domingo, 2 de setembro de 2012

Surpresa


Pois é, tentei ir a uma festa surpresa e qual a minha surpresa? Vejam só.
Ao chegar em frente à casa, eram 21:45, toquei companhia, esperei e nada.Tornei a tocar, esperei e nada.
Havia um homem do outro lado da rua, em pé na calçada e que observava... Pensei mil e uma coisas. Era tarde; logo pensei qualquer coisa grito.
O homem atravessou a rua e veio em nossa direção. Pensou que eu estava só?
Não. Tinha chamado minha tia de 62 anos pra me acompanhar, pois estávamos chegando de outro evento.
Ao se aproximar ele perguntou:
- Vocês vão à casa de quem?
Ufa! Que alívio e respondi:
- Na casa do Sicrano e Beltrana! Eles moram aqui, né?
Tirando a chave do bolso ele disse:
- Certo, vou abrir pra vocês.
Pasma, perguntei:
-O senhor também mora aqui?
-Sim. A casa deles, é aquela, lá no fundo.
Olhei e vi que a casa estava as escuras como se todos dormissem. Então falei:
-Moço, eu vim a uma festa surpresa, lá não parece ter uma festa.
Prontamente ele respondeu:
- Deve ser por isto que tudo está as escuras. Vá até lá e bata na porta.
E aí, veio uns instantes de dúvida. Vou até lá ou não vou? Bato naquela porta ou não bato? E se a festa  já acabou? E se todos da casa já dormem?
Pensei, cheguei atrasada.
Eis que surge, um senhorzinho saindo de uma casa a frente, para me tirar deste instante de dúvida e me pergunta:
- O que a moça quer?
E eu respondo:
- Vou à casa do Sicrano e da Beltrana.
E a informação veio rápida:
- Ah moça, já tem mais dois anos, que eles não moram mais aqui.
Pense na minha expressão de *O* !
E sem perca de tempo ele completou a informação:
-Eles continuam morando na mesma rua, depois do orelhão, siga em frente...
Era uma informação mais ou menos....mais pra menos.... não havia precisão. Mas ainda em estado de *O*, segui a informação.
Caminhamos em frente, passamos o tal orelhão, e obsermos as casas e não ouvimos nenhum som de batidão, nem de rojões e não vimos fumaça de churrasco na laje, kkkkkkkk, não sabíamos onde era a casa.
Fui surpreendida. Pensei que sabia, mas não sabia onde era a casa. E o celular que poderia me ajudar, descarregado.
Voltei pra minha casa, com o abraço não dado, o presente não entregue e coração apertado.

Cheguei aqui as 22h00min horas... fui pro face...mas ninguém on-line...tive que me contentar, esperar, a noite de sono aproveitar , o dia clarear, a tarde chegar e passadas quase 20 horas do ocorrido é que conseguir dar o abraço, entregar o presente e cumprir o meu objetivo com quase um dia de atraso.
 Desculpei-me com as pessoas: a dona da casa onde ocorreu o evento, a organizadora do evento, a aniversariante,
      Enfim, deu o que falar, o que rir.E o interessante é que consegui me divertir.
            Valeu.
      Até a próxima surpresa.